
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A PADARIA DO TOZÉ



De seguida, pediu desculpa ao Emílio, dizendo: ̲
- Desculpe! Desculpe! O meu cão está um pouco descontrolado, porque ainda não comeu hoje. Quando a D. Joaquina foi para pagar, verificou que não tinha dinheiro, porque se tinha esquecido da carteira em casa.
Para não andar para trás e para a frente, porque lhe doíam as pernas, a D. Joaquina pediu ao Emílio que a acompanhasse, para lhe poder pagar.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Quando o Emílio regressou ao triciclo e viu que não tinha pão nenhum, ficou descontrolado.
Sem pão, teve de regressar à padaria muito triste e desorientado.
Ao chegar lá, o pai perguntou-lhe:
-̲ O que é que estás aqui a fazer a esta hora? Não devias andar na aldeia a vender o pão?
Então, o Emílio explicou-lhe o que tinha acontecido.
O pai ficou furioso e decidiu ir falar com a D. Joaquina Trompete para ela lhe pagar o pão que o Narigão tinha comido.
Meu dito, meu feito: D. Joaquina teve que pagar o pão e prometeu dar de comer todos os dias de manhã ao seu cão, para ele não voltar a repetir o que tinha feito.
Dali para a frente o Emílio nunca mais voltou a ter problemas com o Narigão.

Março 2009
Fomos nós que criámos esta história com a ajuda das professoras de Estudo Acompanhado, Helena Araújo e Elsa Figueiredo. As ilustrações foram feitas nas aulas de Oficina de Artes, com a ajuda das professoras Rosa Gonçalves e Otília Pedrosa.