quarta-feira, 20 de maio de 2009

Quando ia levar o pão à D. Joaquina Trompete, o cão da senhora saiu disparado de casa e assustou-o.
Como quase ia deixando cair o pão, o Emílio disse à D. Joaquina: ̲
- D. Joaquina. Socorro! Socorro! Ajude-me! O seu cão está-me a atacar!


D. Joaquina, uma mulher já velhota de placa pendurada quase a sair da boca, saiu de casa a gritar autoritariamente. ̲
- Narigão! Vai para a casota já!


De seguida, pediu desculpa ao Emílio, dizendo: ̲
- Desculpe! Desculpe! O meu cão está um pouco descontrolado, porque ainda não comeu hoje. Quando a D. Joaquina foi para pagar, verificou que não tinha dinheiro, porque se tinha esquecido da carteira em casa.
Para não andar para trás e para a frente, porque lhe doíam as pernas, a D. Joaquina pediu ao Emílio que a acompanhasse, para lhe poder pagar.

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